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"Não sufocaremos nossos |
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Este é um livro que pertubará alguns, decepcionará outros e em outros mais reafirmará a admiração por Drummond. É um livro inquietante. Inquietante porque nos faz pensar os limites (quais?) entre a pornografia e o erotismo. Neste sentido, esses poemas remetem para fora da obra de Drummond e colocam em questão não apenas o poeta, mas o leitor, seus conceitos e preconceitos. E o que vai se constatar é que, enquanto alguns leitores tenderam a definir a obra como obscena, outros argumentarão que é um exercício estético do erotismo. |
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Estrêla da vida Inteira Da Vida que Poderia Ter Sido e não foi. Poesia, Minha Vida Verdadeira |
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Este livro é considerado na poesia moderna um fenômeno. É um marco decisivo na comunicação cristã, onde os versos em vez de tocarem apenas na carne, alcançam o espírito e sugerem mudanças. |
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Este livro cuja tônica versa contra as injustiças, contra as angústias peculiares às pessoas que possuem sensibilidade e se sentem mal com a opressão, a falta de liberdade, e demagogia barata, o descaso e a insensatez humana. |
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O anjo contido em pedra e silêncio, me esperava. Olho-o,
identifico-o tal se em profundo sigilo de mim o procurasse desde o início. Me ilumino!
todo o existido fora apenas a preparação deste encontro.
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"Esses armam, rearmam planos, num mar de armas, duras armas, armaduras, durindanas, manhas, facas de ponta, sovelas, punhais, atas do conselhos, facões, facções políticas..." |
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Bom DiaSentir o sabor deste sol, deixar que esta luz penetre nos olhos para iluminar os pensamentos. Sentir o calor a flor da pele. Ver chegar o amor transparente assim à tua frente vestido de raios solares trazer nos lábios o beijo de um Bom Dia! |
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Ainda não te EsqueciDepois de tudo que consumi como posso ceder às antigas aspirações, tantas lágrimas desceram, tantas mulheres amei, tantas noites me embriaguei na boemia, na esperança de te ver. Depois de tudo que consumi, não passou de engano, ficou só na pele, vagando, só penetrou tua alma. Depois de tudo que consumi, uma luz não consegui apagar, o que me faz poeta, homem, amar. Porque, depois de tudo que consumi, ainda não te esqueci. |
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"Na música de Mahler, como na minha poesia, há uma inquietação terrível, aqueles motivos que nunca chegam...Que nunca chegam a uma solução... Mas, pelo menos, acho que expressamos a nossa angústia...Ele na sua música, eu na minha poesia...Música é poesia... E ao escrever, estou mais perguntando do que respondendo. Nunca cheguei a uma resposta... felizmente. Porque se chegasse a uma certeza... sobre a poesia ou outras coisas... estaria morto." |
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Mais um livro de Fernando Teófilo. Desta vez nos oferecendo a quintescência que o violão nos transmite, quando num profundo sentimento nos leva a criar um poema ou compor uma canção, quase sempre lamentando uma ausência e que muito nos faz sofrer. As lágrimas que Fernando verte são os versos que imprime neste livro. Prefácio de Rita Lacerda. |
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" Não é preciso dizer o quanto dói, o quanto dura, este caminho e mesmo se dissesse não haveria de conseguir, de retratar (fielmente) que cada corte abrupto sangra e, cada espaço entre espaço, não é só uma fratura (exposta), é um rompimento que não se pode emendá-lo e/ou corrigí-lo e, cada momento perdido, dissolvido no ar, é um lamento imensurável a concisão..." |
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